Paulo Santos 23

Minha fé em Jesus e na verdade que nele á empurrou-me para a política; e posso dizer, sem duvida e a mínima
hesitação, e também com toda a humildade que, não entendem nada de religião aqueles
que afirmam que ela nada tem a ver com a política.
Não se pode ser de esquerda sem "sujar" os sapatos lá onde o povo vive, luta, sofre. Te alegra e partilha suas crenças e vitorias. Teoria sem prática é fazer o jogo da direita.
ResponderExcluirComo estamos vivendo uma faze que a esquerda esta no poder mais ela faz tudo o que não poderia ser feito.
Vigiar- observar atentamente. Quando Davi pecou com Batseba, tomou atitudes absurdas, por causa da sua paixão insana e a palavra de Deus diz que Deus viu e o que ele fez, desagradou o Senhor. Deus estava observando o procedimento de Davi. Amado (a) O Senhor neste momento está nos observando. O diabo também está observando o nosso procedimento. Quando Deus perguntou se ele tinha observado Jó, ele disse que Jô não servia a Deus em vão, pois Deus protegia de todos os lados, abençoava, sua casa, seus bens, multiplicava a sua terra. Jó. Deus observa o nosso procedimento.Satanás observa.
ResponderExcluirA igreja deve auxiliar e ajudar os pobres que não têm famílias.
ResponderExcluir. A Bíblia diz em Provérbios 13:7-8 “Há quem se faça rico, não tendo coisa alguma; e quem se faça pobre, tendo grande riqueza. O resgate da vida do homem são as suas riquezas; mas o pobre não tem meio de se resgatar.”
Ainda que o mundo honre os ricos, não se surpreenda com o fato de que Deus honra os pobres. A Bíblia diz em Tiago 2:5 “Ouvi, meus amados irmãos. Não escolheu Deus os que são pobres quanto ao mundo para fazê-los ricos na fé e herdeiros do reino que prometeu aos que o amam?”
Devemos ajudar os pobres com diligência. A Bíblia diz em Gálatas 2:10 “Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres; o que também procurei fazer com diligência.”
É pecado ignorar os necessitados. A Bíblia diz em Amós 5:12 “Pois sei que são muitas as vossas transgressões, e graves os vossos pecados; afligis o justo, aceitais peitas, e na porta negais o direito aos necessitados.”
Deus abençoa os que ajudam os pobres. A Bíblia diz em Salmos 41:1 “Bem-aventurado é aquele que considera o pobre; o Senhor o livrará no dia do mal.”
Honramos a Deus quando cuidamos dos pobres. A Bíblia diz em Provérbios 14:31 “O que oprime ao pobre insulta ao seu Criador; mas honra-o aquele que se compadece do necessitado.”
A igreja deve auxiliar e ajudar os pobres que não têm famílias. A Bíblia diz em 1 Timóteo 5:5-6 “Ora, a que é verdadeiramente viúva e desamparada espera em Deus, e persevera de noite e de dia em súplicas e orações; mas a que vive em prazeres, embora viva, está morta.”
Deus promete recompensar os que ajudam os pobres. A Bíblia diz em Isaías 58:7-11 “Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desamparados? que vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne? Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará. e a tua justiça irá adiante de ti; e a glória do Senhor será a tua retaguarda. Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente; e se abrires a tua alma ao faminto, e fartares o aflito; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio dia. O Senhor te guiará continuamente, e te fartará até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca falham.”
Devemos atuar em favor dos pobres. A Bíblia diz em Amós 5:24 “Corra, porém, a justiça como as águas, e a retidão como o ribeiro perene.”
CÓDIGO DE ÉTICA DA OPBB
ResponderExcluirO Código de Ética a seguir foi aprovado pela Assembléia da OPBB em 15 de janeiro de A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, fundada em 1940, é uma Associação Civil federativa, de caráter religioso, formada das Seções existentes no âmbito das Convenções Batistas Estaduais, ou Regionais, composta de Pastores Batistas, membros de Igrejas filiadas à Convenção Batista Brasileira.
Art. 12 – Em relação à Igreja em que exerce o seu ministério, o Pastor deve:
I – tratar a Igreja com toda consideração e estima, sabendo que ela é de Cristo (Efésios 5.23,25; I Pedro 5.2);
II – quando sustentado pela Igreja, considerar ponto de honra dedicar-se ao ministério pastoral, não participando de qualquer outra incumbência, mesmo na Causa, sem conhecimento da Igreja (I Timóteo 5.17);
III – quando Pastor de dedicação exclusiva, não aceitar qualquer outro trabalho remunerado sem o expresso consentimento da Igreja (I Timóteo 5.18; 6.9; II Timóteo 2.4);
IV – ser imparcial no seu trabalho pastoral, não se deixando levar por partidos ou preferências pessoais. Deve, pelo contrário, levar a Igreja a fazer somente a vontade do Senhor (I Pedro 5.1-3;3.2);
V – não assumir compromissos financeiros pela Igreja sem sua autorização.
VI – respeitar as decisões da Igreja, com prudência e amor, orientando seu rebanho e esclarecendo-o na tomada de decisões administrativas;
VII – procurar ser um pastor-servo da Igreja, seguindo o exemplo de Cristo, na fé, no amor, em sabedoria, na coragem e na integridade;
VIII – ser razoável e imparcial em relação a todos os membros da Igreja, no cumprimento de seus deveres pastorais, zelando pela privacidade de cada um deles;
IX – dedicar tempo adequado à oração e ao preparo, de forma a ser a sua mensagem biblicamente fundada, teologicamente correta e claramente transmitida.
X – manter rigorosa confidenciabilidade no aconselhamento pastoral, a não ser nos casos em que a revelação seja necessária para evitar danos às pessoas ou atender às exigências da lei, conforme normatização deste Código;
XI – procurar levar pessoas à salvação e a tornarem-se membros da Igreja, sem, entretanto, manipular os convertidos, fazer proselitismo de membros de outras Igrejas ou menosprezar outras religiões;
XII – não cobrar qualquer valor material aos membros da Igreja, pela ministração em casamentos, funerais, aniversários e outros; quanto aos não-membros, estabelecer procedimentos que levem em conta oportunidades de servir e testemunhar do Evangelho;
XIII – não promover ou aprovar qualquer manobra para manter-se em seu cargo, ou ainda obter, para isso, qualquer posição denominacional; deve, antes, colocar-se, exclusivamente, nas mãos de Deus para fazer o que lhe aprouver (I Coríntios 10.23,31);
XIV – ser prudente em relação à aceitação de convite para o pastorado, não se oferecendo ou insinuando, mas buscando a orientação e a direção do Espírito Santo (Atos 13.1-2);
XV – não insistir em permanecer numa Igreja quando perceber que seu ministério não está contribuindo para a edificação da própria Igreja e o crescimento do reino de Deus (Filipenses 1.24-25);
XVI – recebendo algum convite para pastorear outra Igreja, não utilizá-lo como recurso, para auferir vantagens no atual ministério, ou qualquer constrangimento;
XVII – não deixar seu pastorado sem prévio conhecimento da Igreja;
XVIII – apresentar sua renúncia à Igreja somente quando estiver realmente convencido de que deve afastar-se do pastorado, não utilizando a renúncia como recurso para auferir vantagens pessoais ou posição política a seu favor;
XIX – ao deixar uma Igreja para outro pastorado, não fazer referências desairosas contra a Igreja de onde saiu.